CINE PP

October 11, 2017

 

 

A propaganda é um produto do cinema, logo, é comum que vejamos referências e influências das telonas nas campanhas que assistimos em nossas casas. Assim como a publicidade, a sétima arte tem um objetivo fundamental: nos convencer de algo, e faz isso de forma muito assertiva usando a milenar técnica de contar histórias.

E já que estamos todos conectados nesse Ciclo Sem Fim, selecionamos alguns filmes, uns clichês e outros diferentões, que vão te ajudar a ser um profissional de comunicação melhor (ou não). Confere aí.

 

Argo (2012)

O filme: Em 1979, no auge da revolução iraniana, um agente da CIA inventa um plano improvável para resgatar diplomatas norte-americanos e evitar que se tornem prisioneiros políticos: transformá-los na equipe de filmagem de um filme fictício.

A lição: Toda ideia maluca enfrenta resistência, como você já deve saber, mas quando fica muito difícil levar o plano adiante te restam duas opções: 1) desistir ou 2) convencer a todos de que não existe outro jeito, mesmo que isso signifique assumir riscos. Ninguém está dizendo que vai ser fácil, mas a persistência e o foco transformam o Felipe Neto em um Youtuber de sucesso, então você também pode.

 

A Rede Social (2010)

O filme: no início dos anos 2000, um estudante da Universidade de Harvard começa a desenvolver a plataforma que viria a se tornar a maior rede social do mundo, o Facebook.

A lição: Como falar de comunicação sem falar de Mark Zuckerberg? O cara mudou a forma como a gente se relaciona e “curte” as coisas. Essa biografia enfeitada da vida dele nos ensina que quando começamos um projeto sempre desejamos sucesso, mas as vezes as coisas acabam fugindo do nosso controle e precisamos escolher fazer o fácil ou o certo. Basicamente é uma história sobre conflitos ideológicos e disputas de ego que podem ensinar bastante sobre a condição humana.

 

O Diabo Veste Prada (2003)

O filme: Andrea Sachs é uma jovem que consegue “o emprego que um milhão de garotas se matariam para ter" em um importante revista de moda e se torna assistente da terrível editora-chefe, Miranda Priestly.

A lição: O emprego dos sonhos às vezes pode não ser exatamente um sonho. Más influências, competitividade excessiva, ações que beiram o limite da ética e excesso de trabalho podem acabar interferindo diretamente em nossa qualidade de vida, nos tornando pessoas menos felizes e menos criativas. Vale a pena abrir mão de quem você é por um emprego? A Meryl Streep te prova que não.

 

Traffic (2001)

O filme: Um conjunto de histórias aparentemente independentes, mas que são interligadas por um contexto maior e formam um complexo painel sobre o consumo e o tráfico de drogas em uma grande metrópole.

A lição: Tenho certeza que você já viveu o suficiente na internet pra saber que, por mais que sejamos insignificantes, o mundo inteiro está nos assistindo. Você já parou pra pensar até onde vão os impactos causados pela sua forma de comunicar? Que reações a publicidade provoca no público a níveis sociais? Profissionais, equipe, autoridades, todos devem assumir uma postura responsável em quaisquer circunstâncias, ou arcar com as consequências.

 

O Palhaço (2011)

O filme: Nos anos setenta, o palhaço de um circo resolve abandonar a profissão para levar uma “vida comum”. Sua decisão afeta a vida dele e de outras pessoas ao seu redor, com resultados diferentes do esperado.

A lição: O protagonista é a imagem do empreendedor nato que valoriza o trabalho em equipe, além de lutar incessantemente para fazer do circo um negócio sustentável e desejar crescer e concretizar suas metas pessoais, apesar de todas as dificuldades. E se você acha que é ruim só porque é filme brasileiro, pare de palhaçada!

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